Araras, 25 de maio de 2017

Capítulo II             Prosseguindo o capítulo do último domingo, Jesus deu vista aos cegos, fez ouvir os surdos, ressuscitou mortos, curou os coxos, os...
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Capítulo II

            Prosseguindo o capítulo do último domingo, Jesus deu vista aos cegos, fez ouvir os surdos, ressuscitou mortos, curou os coxos, os enfermos e todos os que sofriam. Bastava o contato de sua mão, para que um grande milagre se realizasse e voltasse a felicidade ao coração triste do enfermo. E quando alguém com fé e desejo de curar-se o tocava, recebia a mesma bênção da cura.

            Sua presença era agradável e proporcionava tranquilidade e repouso. Por isso, somente Ele, de coração amoroso e terno, poderia dizer-nos: “Vinde a Mim, todos vós que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu julgo que sou manso e humilde e encontrarei descanso para vossas Almas”. Quando meditamos em tudo que ele fez, perguntamos a nós mesmos, por que deveria tão bom homem morrer? Por que Jesus? Foi por inveja que mataram? Invejavam os Judeus porque Ele era estimado do Povo? Invejam por que não podiam fazer milagres que Ele fazia? Sua vida reta e pura era seu amor pela humanidade manifestou-se ainda na cruz. Mesmo quando os cravos lhe rasgavam a carne e o feriram profundamente, ele pediu a Deus cheio de compaixão pelos inimigos. “Perdoai-lhes, porque não sabem o que fazem”. Embora tão bondoso, Ele não teve muitos amigos, eram somente 11, chamados seus discípulos.

            Nenhum mestre jamais amou tanto um aluno, como Jesus amou. E nenhum discípulo jamais aprendeu tanto com seu Mestre, como esses, porque Ele vivia o que ensinava, e o fazia pelo exemplo, não só pela palavra.

            Ma era chegado o momento de sua despedida. Após três anos e meio de alegria, convivência com os discípulos, ele deveria voltar para seu Lar e seu reino. Somente os 11 discípulos estiveram com Ele até seus últimos momentos, nesse mundo. Conduziu-os Jesus nesse dia, para o Monte das Oliveiras. Enquanto se achava reunido no Monte recebendo as derradeiras instruções para o cumprimento da missão, que ele agora confiava, viram o Salvador elevar-se lentamente da terra. Um poder maior, que a força humana atraia o Salvador Jesus para o alto. Era o poder de Deus. Os discípulos compreenderam que seu Mestre se separava deles, cheios de infinita tristeza, buscavam com os olhos, ansiosamente, divisar ainda sua forma já oculta entre nuvens.

            Entretanto, o Salvador não se esquecera dos Seus amados discípulos. Sabia que se entristeceriam com a separação. Enviou-lhes então a última doce promessa, para confortá-los nesse difícil momento. Essa mensagem lhes foi dada por dois anjos que apareceram sobre o monte, após a ascensão de Cristo. Eles lhes disseram: “Varões Galileus, por que estais olhando para o céus? Este Jesus que dentre vós foi recebido acima nos Céus, há de vir assim como para os Céus o viste ir”.

 

Tributo à Saudade

            Vem aí mais uma apresentação de Tributo à Saudade. Dia 28, sexta feira próxima, às 20h, na Casa da Memória Pedro Pessotto Filho, serão homenageados antigos comerciantes de nossa cidade. Entrada franca.

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Walter Gambini

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