Araras, 21 de outubro de 2018

16Ao contrário do exílio a que foi submetida noutras edições, a Seleção encontra vida no entorno para tentar o hexacampeonato na Rússia. Uma das...
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16Ao contrário do exílio a que foi submetida noutras edições, a Seleção encontra vida no entorno para tentar o hexacampeonato na Rússia. Uma das inspirações é a Alemanha de 2014, campeã com trajetória marcante dentro e fora de campo, com direito a ida à praia e dança com índios. Em 2018, nada do isolamento da Granja Comary ou de resorts escondidos em meio a estradas mundo afora. O Brasil tem respirado o mesmo ar de torcedores e cidadãos pouco preocupados com o resultado dos jogos do torneio mais importante do mundo. Tite, o coordenador Edu Gaspar e a comissão técnica acreditam que esse ambiente provoca reações emocionais muito mais positivas do que o confinamento.

Por uma bola

A fortaleza defensiva talvez seja a principal característica da seleção suíça. Tornou-se uma marca registrada a partir de 2006, quando a equipe foi eliminada da Copa sem sofrer gols. E para o jogo contra o Brasil, não será diferente. Pelo menos é o que garantiu o lateral Ricardo Rodriguez dizendo que sua seleção vai jogar por uma bola para vencer o Brasil.

Liberado

Após uma semana treinando separadamente, o meio-campista Fred enfim trabalhou com o grupo na sexta-feira. Inclusive, ele foi liberado e viajou com a delegação da seleção brasileira para Rostov, onde a equipe de Tite estreia domingo, às 15h, na Copa do Mundo, pelo Grupo E. Mesmo assim, a presença do novo reforço do Manchester United no banco contra a Suíça ainda é incerta.

De olho no apito

O mexicano Cesar Ramos será o árbitro da estreia brasileira na Copa do Mundo, domingo contra a Suíça, em Rostov. Ele terá a companhia dos auxiliares Marvin Torrentera e Miguel Hernandez, também do México. O panamenho John Pitti foi escalado pela Fifa como quarto árbitro da partida, a primeira da Seleção com uso da VAR num Mundial. Ramos tem no currículo a participação nos Jogos Olímpicos de 2016 e no Mundial de Clubes de 2017, inclusive, apitou a decisão na qual o Real venceu o Gremio por 1 a 0.

Porque não?

A atual situação política do Brasil esta influenciando na opinião dos brasileiros quanto a torcer ou não pela seleção brazuca. Na minha opinião não devemos misturar as coisas, mesmo porque não será de um dia para outro que o povo brasileiro deixará de ser apaixonado por futebol. Eu vou vestir verde e amarelo e torcer sim, e torcer muito. Minha maior manifestação com relação a política nacional eu farei no mês de outubro nas urnas. Da-lhe Brasil rumo ao Hexa.

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Marcial D'Sanctis

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