Araras, 25 de maio de 2017

Favorito             Maior campeão brasileiro com nove títulos, o Palmeiras venceu o modelo atual da competição (de 1971 para cá) cinco vezes. E uma...
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Favorito

            Maior campeão brasileiro com nove títulos, o Palmeiras venceu o modelo atual da competição (de 1971 para cá) cinco vezes. E uma curiosidade já mexe com a torcida: foram duas sequência de bicampeonato antes do título de 2017, em 1972/1973 e depois em 1993/1994. A pressão por novas conquistas, porém, é algo que vem sendo trabalhado no dia a dia da Academia de Futebol, a fim de que isso não volte a interferir no desempenho da equipe.

 

Fiasco

                O São Paulo avalia como desastrosa a eliminação na primeira fase da Copa Sul-Americana para o Defensa y Justicia, estreante em competições internacionais. O empate por 1 a 1 na última quinta-feira, no Morumbi, selou a terceira queda seguida do ano. O resultado gerou cobrança entre todos no vestiário. Antes, a equipe havia sido eliminada por Corinthians na semifinais do Paulistão e Cruzeiro na quarta fase da Copa do Brasil. A queda tripla coloca o Brasileirão como último objetivo do ano.

 

Fôlego

                Depois de uma maratona de 10 jogos decisivos em 40 dias entre Copa do Brasil, Campeonato Paulista e Copa Sul-Americana, o Corinthians, enfim, terá tempo livre para começar bem o Campeonato Brasileiro e deixar o time redondo para o segundo semestre de 2017. A partir da estréia contra a Chapecoense, neste sábado, às 19h, em Itaquera, o Timão terá apenas quatro jogos nos próximos 22 dias, todos pela competição nacional, por pontos corridos. Tempo mais do que desejado pelo técnico Fábio Carille.

 

Confiança

                O técnico Dorival Júnior, do Santos, destaca a retomada de confiança do elenco e percebe que o time aprendeu a sofrer, sendo defensivo e apostando nos contra-ataques quando necessário, sem perder as principais características, a posse de bola e a rápida transição. Essa mudança deixa o treinador muito confiante para a maratona de 38 rodadas do campeonato brasileiro.

 

Cadê o legado?

            Após quase nove meses da realização da Rio 2016, algumas instalações olímpicas estão abandonadas e sem nenhuma expectativa de uso. A Arena da Juventude, que abrigou jogos de basquete feminino a esgrima do pentlato moderno, e a de Hóquei sobre a grama, localizadas no Complexo de Deodoro que fica na Zona Oeste do Rio, que sediou 11 modalidades olímpicas e quatro paraolímpicas, estão em um estado deplorável. Será que esse é o legado que vamos herdar das olimpíadas? Temos o direito de saber, mesmo porque fomos nós que pagamos essa conta.

 

Seminário sobre Inclusão

            Começou ontem e termina neste sábado (13) o 1º Seminário de Educação Física e Inclusão, no Centro Cultural Lenny de Oliveira Zurita. A organização é da Salus Associação Esportiva e Poliesportiva e da Sabrina Vitório Consultoria e Gestão Esportiva, com apoio da Prefeitura de Araras e do Sesi. Hoje acontecem três palestras, das 8h às 12h30: “O Perfil do Treinador Paralímpico”, com Alessandro Tosim (técnico da seleção brasileira de Goalball); “Limites, de quem? Uma Reflexão Sobre o Olhar”, com a psicóloga clínica e esportiva Aline Beatriz Olivio; e “Contribuições das Atividades Aquáticas para a Inclusão de Pessoas com Deficiência”, com o professor da USP Caio Ferraz Cruz.

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Marcial D'Sanctis

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