Araras, 14 de novembro de 2018

Um pouco de história, de quem fez história no futebol. Hoje quero homenagear um dos mais brilhantes jogadores da história do futebol ararense de... A História de um Campeão – Curvinha
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Um dos timões da Usina S. João de épocas passadas: Airton; Roberto. E De Sordi ; Bóia ; Bortolam ; e Adilson ; agachados: Paulo, Dinho, Curvinha , Odair e Odilon
Foto: Arquivo Walter Gambini

Um pouco de história, de quem fez história no futebol. Hoje quero homenagear um dos mais brilhantes jogadores da história do futebol ararense de décadas passadas. Seu nome José Benedito Dutra, carinhosamente chamado pelos amigos como ¨Curvinha¨, apelido herdado de seu saudoso pai.

Naquela época lá pelas bandas da rua Visconde do rio Branco, havia pouca movimentação de veículos, suas ruas empoeiradas serviam para a garotada jogar futebol. Tinha muitas crianças como: Airton Lira; Pedro e Adalmir Lira; Joãozinho (Brinão) o Nelson Curtulo; Baltazar; o Ernestinho Montanher e outros; e no meio tinha o Curvinha, que chamava a atenção pela sua facilidade em carregar a deusa branca. Eram seus primeiros passos. Aos 8 anos de idade, tomava parte no time da garotada no Oratório São Luiz, cujo treinador era o hoje Adelino Zanca, era os tempos do padre Pedro (que saudades!).

Com 12 anos de idade, recebe convite para jogar no infantil da Associação Atlética Ararense, mas não demorou muito e já passou para a categoria juvenil. No ano de 1960, foi jogar no time do Araruna pelo campeonato Juvenil da cidade ficando campeão sobre o comando do técnico Aldo Córnea.

O Curvinha fazia dupla com o ¨Brinão¨. Nesse mesmo ano torna-se campeão Varzeano da cidade pelo Araruna, cujo presidente era o Vírgilio Buzon. Devido seu futebol, Curvinha retorna a defender a Associação A. Ararense e disputa o Torneio Castilho Cabral. O time levantou o título de campeão sob. O comando do Tu Agostini e do Nilson Daltro. O futebol de Curvinha, crescia, tinha talento, inteligência sabia ominar a deusa branca. Em 1961, e levado pelo esportista Miro Boza, para a Ferroviária de Araraquara, ficando lá por 2 anos, quando então na transação do jogador Geraldo Scalera que naquela época jogava na Usina São João. Os ararenses tiveram então a oportunidade de ver de perto o futebol de Curvinha, apelidado por mim nas irradiações esportivas como o Diamante Negro; do futebol ararense.

Os títulos foram chegando, Campeão Amador da cidade; Campeão Amador do Estado de São Paulo, quando da decisão contra o timaço da Guarda Civil de São Paulo. Em 1962 defende a Usina São João ao lado de :Luizinho; Laurinho; De Sordi; Lairto ; Vicente; Thiun; Zecão ; Oswaldo; Paulinho ; Nelsinho ; Curvinha ; e Costinha. Em 1963, toma parte nesse time Desportivo que deixou saudades:Carlota ; De Sordi ; Luizinho ; Thiun ; Vicente . Cid. Zutim ; Gíraci ; Zinho ; Nedir; Curvinha . e Oswaldo, até 1965 defende Verdão. Os convites foram chegando para levá-lo embora, a Ponte Preta de Campinas chegou primeiro e lá o craque, ficou várias temporadas. Mas por infelicidade sofre uma contusão muito séria, ficando dois anos e meio, sem jogar futebol.

Em 1968 volta para Araras e vai defender as cores do Araras Clube ACD. Que disputava a segunda divisão de Profissionais. Em 1969, vai jogar no EC.Lemense, que disputava a primeira Divisão. Lá ficando dois anos no profissional do mesmo time já pela segunda Divisão. Em 1990 juntamente com mais dois amigos Pedro Viola e Lote, fundam o time dos Coloredes, time esse na maioria eram da raça negra, que diga-se de passagem muito sucesso fez n cidade.

Eis alguns de seus jogadores: Lote, Casquinha; Banana ; Chocolate; Baltazar; Alcioni ; Gilberto ; Cininho; Marinho ;De Paula ; e Curvinha. Em 1971 Curvinha vai defender o EC. São Benedito, ficando lá por cinco anos, o técnico era o saudoso Zé Costa. Depois foi jogar no time dos Doutores, aos sábados no estádio Joél Fachini, onde conquistou muitos amigos d finalmente resolveu parar em definitivo é bom recordar que também jogou nos veteranos da Usina São João. Uma carreira tão brilhante na qual o craque agradece a Deus por ter lhe dado o dom de jogar futebol.

Ao estupendo jogador do passado Curvinha as homenagem de Reminiscências Esportivas na História de um Campeão

 

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Denny Siviero

denny@tribunadopovo.com.br

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