Araras, 22 de setembro de 2018

Era o dia 13 de março de 1958 quando se reunia na Igreja Matriz um grupo de homens piedosos, para tratar assuntos, relativos a...
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Era o dia 13 de março de 1958 quando se reunia na Igreja Matriz um grupo de homens piedosos, para tratar assuntos, relativos a fundação da Associação São Vicente de Paulo. Por unanimidade dos presentes foi escolhido o senhor José Maria Duprat para presidente para dirigir os trabalhos.

Esse grupo de pessoas se reunia semanalmente, com muita fé e perseverança. Em 15 de junho de 1958, com a presença do padre Pedro Strabolli; grande número de confrades de outras localidades e do presidente do Conselho Metropolitano de Campinas, confrade professor Benedito Rosa de Miranda. Era fundada a entidade que levou o nome de conferência de Nossa Senhora do Patrocínio.

Atualmente a Sociedade São Vicente de Paulo apresenta-se hoje como um amplo movimento leigo, internacional de apostolado, e a formação dos seus caritativo é de ação social. Graças à comunhão espiritual dos seus membros, ela quer dar testemunho de amor fraterno de Cristo, junto aos mais pobres.

Com este e outros ela procura ajudá-los a vencer a própria miséria nas suas múltiplas formas. A messe é abundante, mas os operários são poucos. Qualquer que seja o seu número, com a multiplicidade das misérias atuais, muitos sofrimentos deixam de ser detectados ou aliviados por falta de bons voluntários.

Ontem, dia 15, a conferência Nossa Senhora do Patrocínio completou 60 anos de trabalhos de amor ao próximo. Parabéns vicentinos (as).

Felicidade vicentinos

Em 16/10/1981, já passados mais de 37 anos o hoje saudoso professor Paulo Gomes Barbosa escrevia essa matéria em sua coluna jornalística: Há em Araras, entre outras entidades de caráter beneficente, uma que essencialmente se preocupa com a vida do próximo, quando este e sua família se situam entre os mais carentes da sociedade. Quero referir-me à Associação de são Vicente de Paulo, cuja operosa existência se vem desparzindo entre os que na cidade, passam pelas dificuldades inerentes à pobreza. Mas os vicentinos suprem-lhes na medida do possível. Distribuem-se seus membros em conferências Paroquiais, ativando-se cada uma no bairro correspondente. São inúmeras as pessoas aludidas, quer em sentido individual quer em grupo, ou seja, em grande parte, famílias sendo estas quase sempre da periferia.

A disposição geral existe o Dispensário Frederico Ozanan, dirigido pelo sr. Walter Gambini, cujo desempenho impressiona pela dedicação ao supremo ideal vicentino de Servir. Di-lo o nome “Dispensário” de mantimentos e utilidades de graça, aos nossos pobres.

Artigo escrito há 37 anos – já passados.

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Denny Siviero

denny@tribunadopovo.com.br

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